Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007

Esta noite...

 

 

Esta noite os nossos corpos fundiram-se, esta noite fizemos amor…

 

Estava eu deitado na nossa cama já quase a dormir, vencido pelo cansaço de mais um dia.

Tu entraste no quarto silenciosamente… às escuras para não me acordar.

 

 

Senti a tua presença, abri os olhos por entre a almofada e os lençóis para te ver.


Aproximaste-te de mim… devagar e a sorrir, puseste o teu cabelo para trás, e sentaste-te na cama ao meu lado.


Passastes as tuas mãos no meu rosto, contornando-o suavemente, agarraste e puxaste o meu pescoço… com os teus olhos fixos nos meus, vi no teu olhar o desejo, esse olhar que me deixa doido, que me deixa excitado, esse olhar que não é preciso falares, de seguida fechastes os olhos, entreabristes os lábios e num gesto suave e lento, guiastes-me até eles, e beijaste-me como nunca, um beijo forte, um beijo sentido, um beijo prolongado por beijinhos no meu rosto, e umas mordidelas no meu pescoço terminando com umas lambidelas nas orelhas, o que me deixa completamente louco, e tu sabes… 

 

Continuastes a percorrer com as mãos o meu corpo, abraçaste-me com tanta força que senti o teu corpo a esmagar-se contra o meu…senti os teus seios contra o meu peito, os teus mamilos a ficarem duros de prazer, as tuas mãos a transpirarem, o teu coração a acelerar, senti-te leve, senti-te a voar, senti-te dominada… 


Foi nesse momento que te agarrei e te deitei na cama… num gesto rápido tirei-te a roupa que vestias mandando-a para o chão, de seguida fizestes-me o mesmo, enquanto eu já te beijava, te acariciava o corpo, apalpava, beijava, mordia, lambia os teus seios os teus mamilos, as minhas mãos passeiam por todo o teu corpo, ouvia gemidos de prazer,  ao ouvido sussurravas palavras  de amor, acompanhadas de mais umas mordidelas, começamos a perder o controlo dos nossos actos, entregando-nos um ou outro, deixando as coisas acontecerem...

 

Os nossos corpos fundiram-se...    

  


O amor que nos consumia o corpo e a alma foi satisfeito…

 

 

 

 

 

 


publicado por George às 23:07
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3 comentários:
De NiA a 18 de Agosto de 2007 às 21:08
Adoro o que escreves...

Mostra sentimento puro.

Essa mulher de quem falas é uma mulher com sorte por ter alguém assim tão apaixonado por ela.

Voltarei.

Beijo


De George a 19 de Agosto de 2007 às 17:23
Obrigada.

Sim é verdade, é uma mulher com muita sorte.

Tudo o que está aqui escrito é sentido, é verdade.

Espero que ela sinta a sorte que tem...

Beijo


De Nefertiti a 10 de Janeiro de 2009 às 15:53
Quem me dera ter assim um homem, que me amasse de verdade.
É lindo o que escreves e como escreves.


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